quarta-feira, 6 de julho de 2016

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA E MEDIAÇÕES TECNOLÓGICAS



 Gilberto Pereira Fernandes 
Jorge Onodera (UESC) 

Resumo: O presente estudo bibliográfico discute o processo de ensino-aprendizagem de língua inglesa, levando em consideração algumas potencialidades do uso das tecnologias da informação e comunicação (TIC) disponíveis na Web. Corroboram as concepções de alguns teóricos conceituados da área como BARATO (2010) BUSTAMANTE (2007) LEFFA (2005) MAMEDES-NEVES (2008) NEVADO (2005), PAIVA (2001), SALIES (2012) entre outros, que nortearam a elaboração dos seguintes objetivos: (1) Caracterizar o processo de ensino/aprendizagem de língua inglesa mediada por computador; (2) identificar as ferramentas da Web, possíveis no ensino de língua inglesa; (3) apresentar no ciberespaço da Internet os instrumentos que se constituem como ferramentas de coleta e construção de atividades de suporte pedagógico para professores de língua Inglesa. 
Palavras chave: WEB. Ensino de Língua Inglesa. TIC.


Educação em direitos humanos na perspectiva de Paulo Freire

Resultado de imagem para IX EDUCON

GILBERTO PEREIRA FERNANDES 

THAISE DA PAIXÃO SANTOS 

EIXO: 9. EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS. EDUCAÇÃO PARA A PAZ. 

Resumo:
O presente artigo busca traduzir de forma crítico-reflexiva, uma das ações de um projeto de extensão universitária, que é a criação e divulgação do Movimento de leitores crítico-reflexivos de Paulo Freire, composto por professores da Educação Básica do município de Eunápolis-Bahia, preocupados com a Educação Brasileira em situação de negação do direito humano ao acesso a uma Educação de qualidade. Apresentamos o contexto de criação e missão do movimento; uma breve reflexão sobre a Educação em Direitos Humanos na perspectiva do Educador Paulo Freire, em especial a sua obra: Pedagogia do Oprimido e ainda; uma proposição, um chamamento para que os educadores possam juntar suas experiências educativas em um grande movimento de luta pela educação em direitos humanos para a transformação e libertação dos oprimidos pelo não conhecer. 
Palavras-Chave: Educação. Direito Humano. Paulo Freire.

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file:///C:/Users/GILBERTO/Documents/AEVENTOS%202015/IX%20EDUCONSE/certificado_educon_2016%20(1).pdf

Que face da juventude as mídias sociais refletem?




GILBERTO PEREIRA FERNANDES 


Resumo:
O presente artigo busca traduzir de forma crítico-reflexiva, uma das ações de um projeto de extensão universitária, que é a criação e divulgação do Movimento de leitores crítico-reflexivos de Paulo Freire, composto por professores da Educação Básica do município de Eunápolis-Bahia, preocupados com a Educação Brasileira em situação de negação do direito humano ao acesso a uma Educação de qualidade. Apresentamos o contexto de criação e missão do movimento; uma breve reflexão sobre a Educação em Direitos Humanos na perspectiva do Educador Paulo Freire, em especial a sua obra: Pedagogia do Oprimido e ainda; uma proposição, um chamamento para que os educadores possam juntar suas experiências educativas em um grande movimento de luta pela educação em direitos humanos para a transformação e libertação dos oprimidos pelo não conhecer. 
Palavras-Chave: Educação. Direito Humano. Paulo Freire.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

O que é cidadania para você?

Caro cidadão Brasileiro!

Certamente você já ouviu outras vezes essa frase. 

Toda vez que ouço essa fala, sinto um certo peso sobre as minhas costa pois o efeito que ela produz em mim, é dissonante na intenção de quem a usa. Eu deveria gostar de ser chamado de cidadão, eu deveria querer ser tratado assim, contudo, essa evocação me soa quase sempre como um puxão de orelha, um convite ao desenvolvimento de uma conscientização homogênea do espaço e do fazer do outro.

Me sinto representado na fala do professor Miguel Arroyo e da professora Ester Buffa em sua discussão sobre a questão da cidadania quando eles afirmam: 


Os próprios coletivos que deveríamos educar para passar da condição de subcidadãos, de cidadania condicionada, contestam nossas concepções de cidadania condicionada e de educação ao contestarem as relações sociais racionalizadas de dominação e segregação em que continuam pensados e alocados na nossa cultura politica e pedagógica. Educar para a cidadania perde sentido na medida em que os pensados como ainda não cidadãos se mostram cidadãos sujeitos de ações politicas tao radicais. (BUFFA; ARROYO, p. 96-7, 2010).
Compartilho do pensamento de Bernard Charlot quando ele sintetiza:


Cidadania é um conceito politico pertinente a uma sociedade em que se pensa em referencia a fundamentos políticos. Ela não se define por representações coletivas e comportamentos comuns aos membros da sociedade, embora não os exclua (CHARLOT, 2000, p. 26).
Para mim, cidadania é um conceito mitificado socialmente para moralização dos sujeitos. Essa responsabilidade tem sido transferida para escola, com a ideia de que ela é o espaço mais adequado para abordar as questões de cidadania,  que para se constitui a partir da relação do homem com os meios (sócio-politico-econômico-religioso-natural) consigo mesmo e com o outro em atitude de transformação do (sócio-politico-econômico-religioso-natural). 

Referências:

Buffa, Ester, Miguel Arroyo, and Paolo Nosella. Educação e cidadania: quem educa o cidadão?. Polêmicas do nosso tempo. Vol. 23. Cortez, 2010.
CHARLOT, Bernard. Educação para a cidadania na epoca da globalização: moralização do povo ou aspiração de novos valores? In: NEVES, Paulo S.C. Educação e cidadania: questões contemporâneas. Cortez, 2009.